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Apelo Filial dos Católicos Brasileiros às Autoridades Eclesiásticas: Não permitam a profanação da Casa de Deus!

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“Quando entro numa Igreja com minha família, quero ter a certeza de que estou na casa de Deus, e de que lá a educação de meus filhos não corre qualquer risco”.

Esta afirmação não pode fazer um pai ou uma mãe de família que frequente a paróquia Nossa Senhora do Carmo em Itaquera (São Paulo).

Os que entraram lá no dia o dia 12 de junho de 2016, para assistir à Santa Missa, se depararam com algo que lhes fez ficar em dúvida se não tinham errado o endereço.

É inacreditável o que você irá ler nas linhas que seguem:

Nesse dia, o pároco convidou um drag queen para não apenas fazer a homilia em seu lugar, mas PARA ERGUER NOSSO SENHOR SACRAMENTADO NO CÁLICE, no altar - depois da consagração.

E ainda distribuir a comunhão aos fieis!

É tão terrível, que precisa ser esclarecido com detalhes para que não pareça apenas ilusão, pesadelo ou um relato leviano.

Um homem, conhecido na região por se apresentar como drag queen nas noites paulistas, ocupou o púlpito para falar sobre a “liberdade” sexual  e em defesa do movimento homossexual.

Tudo isso assistido, apoiado e impulsionado por um sacerdote de Cristo.

Ao final da pseudo “homilia”, foram puxados aplausos, enquanto o homem era abraçado e cumprimentado pelo celebrante.

Não precisa reler, não. Você leu isso mesmo que está pensando. Eu sei, parece pesadelo.

Antes de qualquer comentário a respeito do infeliz acontecimento, vamos aos fatos concretos que dizem por si só que o que aconteceu na Paróquia Nossa Senhora do Carmo (que Ela perdoe tamanha afronta).

Sobre a pseudo-homilia.

Diz o catecismo da Igreja Católica:

2357. “Os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.

Diz a Instrução Geral do Missal Romano:

66. Habitualmente a homilia deve ser feita pelo sacerdote celebrante ou por um sacerdote concelebrante, por ele encarregado, ou algumas vezes, se for oportuno, também por um diácono, MAS NUNCA POR UM LEIGO.

Sobre a distribuição da comunhão.

162. Na distribuição da Comunhão, o sacerdote pode ser ajudado por outros presbíteros eventualmente presentes.

Se estes não estiverem disponíveis e o número dos comungantes for demasiado grande, o sacerdote pode chamar em seu auxílio os ministros extraordinários, isto é, o acólito devidamente instituído ou também outros fieis, que tenham sido devidamente nomeados para isso. Em caso de necessidade, o sacerdote pode designar, só para essa ocasião, alguns fieis idôneos.

Chamamos atenção para este último item: em caso de NECESSIDADE, e por alguns FIÉIS IDÔNEOS, ou seja, que estejam aptos para tal necessidade.

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Esses são documentos oficiais e válidos para a Igreja Católica do mundo inteiro.

Mas o Padre Paulo Sérgio Bezerra, da Diocese de São Miguel Paulista e da Igreja Nossa Senhora do Carmo, acha que ele não precisa seguir as ordens da Igreja a qual jurou servir.

Quando interrogado sobre o fatídico episódio, ele afirmou:

“Há pouquíssimas iniciativas mais ousadas aqui e ali, no sentido da homossexualidade. É um tabu e tratar disso num contexto litúrgico, uma aberração e ‘heresia’ para certo tipo de católico acostumado a sublinhar isso como coisa impura, abraçar o sacrifício como legítima vontade de Deus é a melhor forma de prestar-lhe louvor”.

Nós, como católicos e em defesa da Igreja de Cristo, gostaríamos de responder cada uma dessas grotescas e mentirosas afirmações, como esta:

  • Há pouquíssimas iniciativas mais ousadas aqui e ali, no sentido da homossexualidade. Fica difícil imaginar o que seria mais ousado do que o movimento homossexual já vem fazendo há décadas. Não basta o apelo da mídia? Os eventos nacionais e internacionais LGBT e nem mesmo o fato de crianças de 5 anos sendo ensinadas sobre “liberdade” sexual nas escolas?
  • É um tabu e tratar disso num contexto litúrgico. Contexto litúrgico? O mesmo o qual se celebra em todo o mundo garantindo que não haja abusos e nem adaptações que não forem autorizadas pela Igreja? Na Missa que é a renovação do sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo na cruz?
  • uma aberração e ‘heresia’ para certo tipo de católico acostumado a sublinhar isso como coisa impura. Heresia é defender o homossexualismo como conduta ideal, estamos apenas seguindo os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, não de “um tipo de católico”. Aliás, não existem tipos. Ou se é católico obedecendo à Igreja, ou não é.
  • e abraçar o sacrifício como legítima vontade de Deus é a melhor forma de prestar-lhe louvor. Então, como a Igreja ensina, por que é que este sacerdote não orienta seus fieis a viverem a castidade e oferecer a Deus este sacrifício como fizeram tantos santos e mártires?

A verdade é que por trás de um discurso de “amor”, “tolerância”, “liberdade” e “compaixão” esconde-se uma real e feroz conduta má intencionada que desorienta os fieis e os afastam cada vez mais da verdade revelada por Deus e manifestada por Sua Igreja há mais de 2000 anos.

E para os que pensam diferente do sacerdote: intolerância, censura e impiedade!

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Como podem os pais de família levarem seus filhos para a Igreja, pensando que lá estarão para adorarem a Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia e ouvirem boas pregações a respeito do evangelho e se depararem com um drag queen fazendo apologia ao pecado aberto e escancarado e ainda cobrando apoio dos fieis?

Como se sentiram os pais que estavam presentes naquela celebração? O que passou pela cabeça deles?

O que mais podemos esperar? O que ainda teremos que ver com nossos próprios olhos antes que a cólera de Deus se volte contra todos nós por termos permitido tudo isso sem sair de nosso conformismo e comodismo?

Não é possível e nem admissível que nós, católicos, fieis a Deus e o seu Santo Evangelho, permitamos que barbaridades como essa continuem acontecendo.

Por isso, aguardamos filialmente e confiantes uma atitude do Excelentíssimo Arcebispo de São Paulo, ou do Bispo titular da Diocese de São Miguel Paulista.

Este não é o primeiro episódio lamentável que assistimos oriundos desta paróquia e a nossa preocupação maior é com o povo que assiste a tudo isso, muitas vezes, sem nenhuma ideia para qual direção seguir.

Pedindo à Maria Santíssima - sob a invocação de Nossa Senhora do Carmo - que ilumine nossos pastores para que eles tomem as atitudes mais corretas para corrigir tais distorções e uso blásfemo da casa de Deus.

Em Jesus e Maria

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